A plataforma Levi’s Music, criada em 2008, é mais uma bem vinda iniciativa que se propõe a divulgar novos sons da cena alternativa brasileira. Em 2010, são cinco bandas concorrendo à produção de um videoclipe que será posteriormente colocado em destaque no Youtube.

Desde 1853, ano em que foi fundada, a  Levi’s esteve associada a grandes nomes do rock: Bob Dylan, Elvis Presley, Rolling Stones, Bruce Springsteen, Tina Turner, Madonna, entre outros. No Brasil, o projeto já apoiou artistas como Mallu Magalhães, Vanguart, Forgotten Boys, Drive, Cine, Garotas Suecas, Jennifer Lo-Fi, Copacabana Club, The River Raid e Tiê.

As bandas que participam este ano foram escolhidas por curadores selecionados, os “padrinhos” do projeto. São eles: Pablo Miyazawa Rocha (editor chefe da revista Rolling Stone), Alexandre Youssef (proprietário do Stúdio SP), Tico Santa Cruz (vocalista da banda Detonautas e Raimundos) e as equipes dos sites Move That Juke Box e Coquetel Molotov. Eles ficam também na torcida, divulgando via twitter e demais sites de relacionamento. Pra facilitar a divulgação, foram criados widgets para blogs e para o Orkut.

Todas os participantes são bandas escoladas em grandes festivais nacionais e internacionais. Abaixo, um pequeno resumo do estilo de cada uma delas e de seus feitos até agora. Para votar, é só clicar na foto. Abre-se a página de votação da banda e pode-se ouvir uma música dela, emendando com uma rádio bem legal na sequência. Para conhecer melhor ainda, o nome da banda direciona para o MySpace. Deixei links também para os widgets de cada uma.

Zémaria

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A Zémaria, banda sobre a qual já falamos aqui, esteve na Europa para mais de 90 shows divididos em 6 turnês. No Brasil, já participaram de festivais de grande porte como Tim Festival , Skol Beats 2003/2005 e Vivo Open Air. O quarteto é formado pela vocalista e produtora de moda Sanny Lys, pelo produtor e multi-instrumentista Marcel Dadalto, pelo baixista Michel Spon e pelo multi-instrumentista NegoLéo.

Stop Play Moon



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O Stop Play Moon pesa a mão nos sintetizadores e na distorção, amaciando as canções com um delicado vocal feminino. É formado pela modelo, atriz e cantora Geanine Marques, pelo fotógrafo Paulo Bega (sintetizadores e guitarra) e pelo ilustrador gráfico e designer Ricardo Athayde (bateria e sintetizador). Já excursionaram na Europa, participaram do festival Motorola Motomix, abriram o show da Vive La Fête no Rio de Janeiro e São Paulo e dividiram o palco com Lobão e Renato Godá na Virada Cultural Paulista 2009.

Sweet Fanny Adams



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Rock’n’Roll honesto. Assim se descrevem os rapazes do Sweet Fanny Adams. Justa definição! A banda formada por Diego Araújo, Leo Gesteira, Hélder Bezerra e Rafael Borges já participou de diversos festivais pelo país, como o Bananada (GO), Se Rasgum no Rock (PA), Nordeste Independente (PE) e Abril Pro Rock (PE). Na sonoridade, ecos de Strokes e Franz Ferdinand.


Nevilton



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Os integrantes de Nevilton (Nevilton Alencar, Tiago Lobão e Chapolla) voltaram ao Brasil depois de alguns meses tocando em Los Angeles. Curiosamente, são uma das duas bandas entre as concorrentes que canta em português. Influências declaradas: Beatles, Pixies, Cake, Los Hermanos, Hellacopters, Pavement, “conhaques baratos e outras boas coisas da vida”.

Stellabella



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Power trio formado por André Stella (voz e guitarra), China (baixo) e Diego (bateria), trata-se de rock com forte apelo pop e refrões pegajosos. Na ativa desde 2000, a banda  lançou o disco “Alguém” de maneira independente em 2007, com 1000 cópias. Em 2008 o CD foi relançado, remasterizado e com capa e arte nova pela Coqueiro Verde com o nome da banda.

Escolha sua banda, vote e use os divertidos widgets pra divulgar. Eu já escolhi a minha!

Ah! Dica: fique ligado na fun page da Levi´s no Facebook, onde muitas promoções bacanas vão rolar em breve. E para mais informações sobre o projeto, visite o site oficial.

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Brasília: outros 50

 

Brasília completou aniversário sendo alvo de escândalo nacional. O então governador, José Roberto Arruda, foi preso acusado de corrupção. O impacto da notícia afetou as comemorações da cidade. No lugar Paul Marcartney e Beyoncé, Daniela Mercury e Pedro Paulo e Matheus.

 

A tradicional festa da Esplanada dos Ministérios centralizou as atrações em artistas de fora ou famosos da casa. Para pensar em um novo começo os artistas da cidade montaram uma proposta diferente de comemoração. Paralelo à programação oficial o Fórum de Cultura do Distrito Federal organizou o festival Brasília: Outros 50. O evento prestigiou os brasilienses do dia 20 a 23 de abril, no Complexo Cultural da Funarte, e surpreendeu a população com 50 horas de atividades culturais e educativas.

 

Do circo ao tecnológico, quem passou pelos gramados dos outros 50 pode conferir uma programação ampla. Rafael lima, estudante de pscicologia, apreciou a originalidade do festival. “Achei o evento bastante diversificado. Tinha bastante ambientes diferentes e váriadas manifestações culturais além de espetáculos de dança. Juntou público o público GLS, neohippie, punk e do rock. Foi interessante porque deixa a cultura de Brasília mais eclética”.

 

Pela manhã, músicas na tenda eletrônica ou nos palcos divertiram aqueles que continuavam no pique. O público pode conferir apresentações de dança nos teatros ou, até mesmo, participar de oficinas digitais de rádio livre e introdução em Linux. À noite, os palcos Hip-Hop, Atitude e Diversidade mostraram os talentos de Brasília.

O aniversário alternativo contou com o Ministério da Cultura para patrocinar a idéia. A atriz, Mariana Brites, da companhia Virtù, apresentou no dia 23 de abril o espetáculo As moscas e conta como o projeto propôs a valorização da arte candanga.  “Não haviam contratado os artistas brasilienses para se apresentar na festa oficial dos anos 50. Aí o Movimento Cultural de Brasília decidiu realizar outra festa e pediu apoio do Governo Federal e do Minc para fornecerem a verba. A festa seria, a priori, só com artistas brasilienses, mas depois surgiram uns convidados de fora. Mas a festa foi, em suma, brasiliense. Da arte que é feita na cidade para o pessoal da cidade”. Segundo a organização dos outros 50, participaram mais de mil artistas da cidade e convidados.

 

Na recepção, muita poesia com o grupo radicais livres. Canetas e lápis foram liberados para quem quisesse manifestar qualquer sentimento pela cidade. Foi criado um verdadeiro corredor poético.

 

Outro fator diferencial animou o público. Para cults e interessados, a opção de dois cinemas incrementou a programação. O cinema voador e a Tenda Cinema reuniram cerca de 60 produções em mídia digital e em película. Dez diretores nativos foram convidados para produzirem curtas rodados no encerramento das atividades cinéfilas.

 

A fotografia também teve vez. O Candango Fotoclube organizou a exposição Varal Fotográfico pelos 50 anos de Brasília, com 77 fotos de 26 fotógrafos do coletivo.

 

Quanto a segurança, não foram constatados nenhum problema grave, como afirma a assistente de produção, Nayara Gonçalves. “O público foi muito pacífico. Achamos que iria vir muito povão da esplanada de repente, mas foi muito tranquilo. Não houve denúncias de roubos ou brigas. Na festa, gritos só de divertimento. Por volta de 11 horas muitas crianças foram para a Funarte, pois estava tendo oficina de perna de pau e um monte de espetáculo de palhaços”.

 

O Festival Brasília: outros 50 parabenizou a capital com um viradão cultural de 50 horas de atrações. O desejo dos organizadores e participantes é que o evento faça parte do roteiro das próximas comemorações.

 

Danielle Cantanhede

As cores do movimento gay  simbolizaram a luta contra o preconceito na manhã do dia 19, na  Esplanada  dos Ministérios, em Brasília. O Grito Nacional pela Cidadania de  Lésbicas, Gays, Bissexuais e Travestis (LGBT) faz parte da 1ª  Marcha Nacional contra a Homofobia, formada por 27  caravanas, que se uniram em frente à Catedral, em Brasília.
Os manifestantes vestiram camisas, ergueram a bandeira gay e fizeram  questão de protestar contra a discriminação: “Fora homofobia, homofobia  fora, fora homofobia, preconceito vai embora”.
O presidente da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais,  Travestis e Transexuais (ABGLT), Toni Reis, acredita que para acabar com  o preconceito é necessário uma campanha de conscientização na  sociedade.
“Todos os lugares sociais, dentro das famílias brasileiras, nas  escolas, nas universidades e no radicalismo religioso, as pessoas  precisam enxergar que podemos ter direitos iguais e reconhecimento como  cidadãos perante a lei”.
Os manifestantes foram até o Congresso Nacional para reivindicar a  aprovação do Projeto de Lei da Câmara nº 122/2006, que  estabelece normas de combate a todo tipo de discriminação, incluindo a  homofobia, e determina punições às práticas discriminatórias em razão da  orientação sexual.

A luta por direitos
“Achamos que este é o momento de mostrar a nossa cara e que temos  consciência política. Queremos conquistar o reconhecimento da união  estável, que casais homossexuais possam adotar crianças e registrar como  pais”, disse o casal homossexual, Ronald Ungria e Antonio Coutinho.
Também estava presente no evento a morango, ex-BBB Ana Angelica, que  protestou junto com os homossexuais. “A gente só quer ser igual e ter os  mesmo direitos. Não somos minoria, somos importantes para o país.

As cores do movimento gay simbolizaram a luta contra o preconceito na manhã do dia 19, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília. O Grito Nacional pela Cidadania de Lésbicas, Gays, Bissexuais e Travestis (LGBT) faz parte da 1ª Marcha Nacional contra a Homofobia, formada por 27 caravanas, que se uniram em frente à Catedral, em Brasília.

Os manifestantes vestiram camisas, ergueram a bandeira gay e fizeram questão de protestar contra a discriminação: “Fora homofobia, homofobia fora, fora homofobia, preconceito vai embora”.

O presidente da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT), Toni Reis, acredita que para acabar com o preconceito é necessário uma campanha de conscientização na sociedade.

“Todos os lugares sociais, dentro das famílias brasileiras, nas escolas, nas universidades e no radicalismo religioso, as pessoas precisam enxergar que podemos ter direitos iguais e reconhecimento como cidadãos perante a lei”.

Os manifestantes foram até o Congresso Nacional para reivindicar a aprovação do Projeto de Lei da Câmara nº 122/2006, que estabelece normas de combate a todo tipo de discriminação, incluindo a homofobia, e determina punições às práticas discriminatórias em razão da orientação sexual.

A luta por direitos

“Achamos que este é o momento de mostrar a nossa cara e que temos consciência política. Queremos conquistar o reconhecimento da união estável, que casais homossexuais possam adotar crianças e registrar como pais”, disse o casal homossexual, Ronald Ungria e Antonio Coutinho.

Também estava presente no evento a morango, ex-BBB Ana Angelica, que protestou junto com os homossexuais. “A gente só quer ser igual e ter os mesmo direitos. Não somos minoria, somos importantes para o país.

Casual para o trabalho.

Casual para o trabalho.

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E quem disse que a Alice era certinha?

E quem disse que a Alice era certinha?

A roupa é a sua cara. Literalmente.

A roupa é a sua cara. Literalmente.

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Prevejo um grande futuro para os simpáticos rapazes do Crookers. Não só porque os italianos Phra e Bot juntaram um extenso time de peso em seu primeiro álbum, Tons of Friends, mas pela qualidade de produção de seus beats, que partem de um pressuposto hip hop/electro para criar tanto pop, house music, pancadões e uma incansável dose de dubstep e grime.

Olhando para trás, lá em 2007/08, a dupla cresceu de uma empolgação ansiosa e juvenil da onda fidget e maximal para um bom apuro musical calcado em influências seminais na sonoridade destes dois jovens, que tocam/produzem juntos desde 2003 e são DJs de hip hop desde moleques.

Tons of Friends saiu pela Southern Fried, selo de Fatboy Slim, e tem 22 faixas (!). E apesar do tracklist longo e, até mesmo pretensioso por seus convidados (de Róisín Murphy a will.I.am; de Spank Rock a Yelle), há uma unidade coerente e bem pensada ao longo de sua hora e pouco de audição, bem diferente da punheta irritante de EPs da dupla como Mad Kidz, que depois desse disco ficaram mesmo no passado.



As faixas sempre costuram bem cerca de 4 elementos fixos de diferentes gêneros e substratos da dance music. A melhor de todo o disco - e talvez uma das melhores dos anos até agora -, “Royal T” (ft. Róisín Murphy) é um explode-bunda que começa num dubstep derretido, com Murphy cantando no melhor estilo, até que lampejos de synths a la Justice - que estão pelo disco todo, trazem uma tempestade de house music 90s cheio de groove e bass, a cara de Róisín em 2010. Chimbaus e efeitos rasgados bem no jeitão Timbaland (outra coisa que tem no disco inteiro) são a trilha para a cantora irlandesa berrar, histérica como nunca, ela que quando toca como DJ já declarou que usa as faixas do Crookers para estourar as caixas de som.

O disco abre com a já conhecia “We Love Animals”, parceria gravada em instrumentos analógicos no estúdio do Soulwax e que tem bateria de Iggor Cavalera, do Mixhell. Ao contrário de Scars do Basement Jaxx, outro disco que investe pesado em convidados, aqui a narrativa é sempre extrovertida e dançante, um estudo para as pistas de uma variedade bem peculiar do fim desta década, o pós-maximal que é a cara de lugares como Los Angeles, Londres e São Paulo. Até mesmo em seus momentos pop o Crookers transborda carisma dançante e cria bem identidades faixa a faixa a partir de seus convidados, sem perder a unidade do álbum. Caso da lúdica “Cooler Couler”, em que os beats e a ambientação viajante são a cara de Yelle, a protagonista da faixa.

Outra bem pop, “Remedy”, traz os suecos do Miike Snow num techno-pop subaquático em que paradinhas de maximal dão a deixa para os vocais, efeitos de caixa de bateria e synths de electro nostálgicos e sutilmente dançantes. Dá para tocar tanto numa festa, quanto na FM à noite e numa mixtape. “Transilvania” apresenta a jovem banda islandesa Steed Lord, electro meio Halloween em que a vocalista é uma Grace Jones albina e esquisita. Gravado na Islândia, a faixa ganhou clipe com rostos pintando de caveiras/coringas que lembram Fever Ray, assista.

Movimento punk não morreu Com o visual fugindo dos padrões limitados pela sociedade, o movimento punk ainda está presente por vários cantos do Brasil. É possível reconhecer a tribo pelos cabelos moicanos, roupas rasgadas, postura ideológica e atitudes. Há quase 2 décadas, o movimento traz um perfil de revolta pelos seus seguidores como a contestação pelo que é imposto e visto de forma natural pelas pessoas. Eles são assim, não se calam e sempre recrutam perante qualquer tipo de desigualdade. O técnico em informática João Bhering, de vinte e oito anos, se interessou pelo movimento na época da adolescência e leva até hoje a bagagem cultural. “Com 15 anos eu já tinha as características de punk. Nunca me prendi ao capitalismo e nem me deixei levar pela moda. Hoje, não preciso usar o cabelo moicano como usei durante muito tempo, mas o meu pensamento ainda é o mesmo”, conta. Para Bhering, a grande lição aprendida com a tribo foi não ser usado pelo sistema, mas usa-lo em seu favor. “Aprendi a lutar pelos meus direitos e a acreditar em uma sociedade livre de qualquer preconceito e exploração”, assegura. O movimento Os punks são identificados basicamente pela música, moda e comportamento. Surgiu na década de setenta nos Estados Unidos caracterizado pela banda The Ramones, que na época já tinha um estilo rebelde. Em Brasília, cerca de 4 anos depois o movimento chegava, através de filhos de políticos e embaixadores que trouxeram do exterior álbuns das bandas que iniciaram a manifestação cultural.

Movimento punk não morreu
 
Com o visual fugindo dos padrões limitados pela sociedade, o movimento punk ainda está presente por vários cantos do Brasil. É possível reconhecer a tribo pelos cabelos moicanos, roupas rasgadas, postura ideológica e atitudes.
 
Há quase 2 décadas, o movimento traz um perfil de revolta pelos seus seguidores como a contestação pelo que é imposto e visto de forma natural pelas pessoas. Eles são assim, não se calam e sempre recrutam perante qualquer tipo de desigualdade.
 
O técnico em informática João Bhering, de vinte e oito anos, se interessou pelo movimento na época da adolescência e leva até hoje a bagagem cultural. “Com 15 anos eu já tinha as características de punk. Nunca me prendi ao capitalismo e nem me deixei levar pela moda. Hoje, não preciso usar o cabelo moicano como usei durante muito tempo, mas o meu pensamento ainda é o mesmo”, conta.
 
Para Bhering, a grande lição aprendida com a tribo foi não ser usado pelo sistema, mas usa-lo em seu favor. “Aprendi a lutar pelos meus direitos e a acreditar em uma sociedade livre de qualquer preconceito e exploração”, assegura.
 
O movimento
 
Os punks são identificados basicamente pela música, moda e comportamento. Surgiu na década de setenta nos Estados Unidos caracterizado pela banda The Ramones, que na época já tinha um estilo rebelde. Em Brasília, cerca de 4 anos depois o movimento chegava, através de filhos de políticos e embaixadores que trouxeram do exterior álbuns das bandas que iniciaram a manifestação cultural.

NO ANIVERSÁRIO DA CIDADE, 50 HORAS COM MUITA ARTE,CULTURA E DIVERSIDADE.